Adoro amores que transbordam. Amores que se derramam pelo orkut, pelos blogs, pelos flickrs e demais locais virtuais que a gente se espalha. São amores que de tanto emergir, transbordam. São declarações que têm que ser ditas senão doi a garganta, doi o peito, doi o não dizer.
Eu acredito em amores elásticos, daqueles que meses depois ainda é o mesmo, senão maior. Acho isso a maior prova do que se é amor: aquele sentimento que dura e que não há distância que separe. Acho sim que o amor é uma coisa brega, que pode ser feito em noivados, que pode acontecer depois de meses de separação e acredito ainda num amor pra sempre, daqueles que precise de papel, de aliança no dedo e de esperança no peito.
Coisas "de repente" não são do meu agrado, porque eu quero fazer parte de uma história longa.
Posso ter cuidado, mas assim eu me preservo e preservo o que é dele em mim.
E ter a certeza de que fiz o certo, pra mim não tem preço.
Faith can move mountains.
Há 1 ano

5 comentários:
amor que transborda é tão bom..
queria era saber escrever com tanta buniteza assim.
beijão
...escrever meio sem querer, acompanhando o pensamento que escorrega pelos dedos....
lady sings the blues. uma amiga falou que eu sou the lady. acho que vc, de uma maneira ainda mais reservada, também é. adoro amores que transbordam (essa frase já é. hehe.)
yeah. você transborda.
e a historinha da sanfona e do seu avô foi como um xote danado de bom.
abraço, essa menina.
Este comentário é pra dizer que eu comentei no post anterior :D
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