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sexta-feira, julho 11, 2008

Transbordando

Adoro amores que transbordam. Amores que se derramam pelo orkut, pelos blogs, pelos flickrs e demais locais virtuais que a gente se espalha. São amores que de tanto emergir, transbordam. São declarações que têm que ser ditas senão doi a garganta, doi o peito, doi o não dizer.
Eu acredito em amores elásticos, daqueles que meses depois ainda é o mesmo, senão maior. Acho isso a maior prova do que se é amor: aquele sentimento que dura e que não há distância que separe. Acho sim que o amor é uma coisa brega, que pode ser feito em noivados, que pode acontecer depois de meses de separação e acredito ainda num amor pra sempre, daqueles que precise de papel, de aliança no dedo e de esperança no peito.
Coisas "de repente" não são do meu agrado, porque eu quero fazer parte de uma história longa.
Posso ter cuidado, mas assim eu me preservo e preservo o que é dele em mim.
E ter a certeza de que fiz o certo, pra mim não tem preço.
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