segunda-feira, outubro 12, 2009
El Capítulo último ó IRUUUU: " Como una fliecha atraviessada en el corazon"
Así começó e terminó la declaración para lo atirador de facas que también lavava los bañeros, los animales e fazia súbitas massages noturnas en la vizinha del circo. Este miesmo hombre respondeu:
- Mamá, Mamá...puedo dizer que no estas desnuda mi amor...
- Estoy, estoy! Mira!Oja mis peitchos, bundita durita, celulites calientes e até mi cicatriz de guierra está aqui, mira!
- Yo quiero más Mamá - reclamou el exigente atirador de facas e completó - Quiero ver tu corazón, tu miocárdio, tu válvula mitral, tudo e complietamente desnudo para mí!
Nieste miesmo segundo, Mamá, que aliém de ser facilita por dermás estaba mui apaixonadita, tiró su piele, sus entrañas, dejando apienas a muestra su pulsante corazón rojo con tuedas las válvulas, ventosas(?) e etc. etc. de fuera. Ela miesma se achó mui sexy pois estaba así sen las celulites todas.
Ao ver su Mamá complietamiente desnuda o el atirador se deu por satisfeitcho: ahora ele tiña el carozon sen nunca, pela primeira vez en su vida, tier que atirar una só faca.
Fin
***
Leia aqui o primeiro capítulo
E aqui o segundo
domingo, setembro 06, 2009
Novas técnicas para reconhecimento de um homem de verdade - Parte I
Às vezes, um pobre colega homem pede pra nos acompanhar. Às vezes a gente deixa. E esse coitado fica a hora inteira do almoço sem falar nada e nem é porque não quer, é porque não tem como ou porque não tem a manha de falar ao mesmo tempo e o mais rápido possível e, ainda, de ser entendível.
Dia desse nós fomos a um restaurante diferente, um mais longe, bem mais longe, do tipo que nunca mais vou só pra não ter que andar tanto. Mas foi dica da chefe e ela foi junto. Preciso dizer mais nada sobre isso.
Nesse tal restaurante diferente, a primeira colega - eram seis - logo olha pra um cara e olha pra trás. Nós que somos ninjas dos entreolhados já sacamos tudo e sentamos doidas pra começar a comentar sobre o dito cujo a ser admirado. LÓGICO que começamos a analisar pela face e não pela bunda como muitos homens fazem.
Comissão de frente nota 10: Barba bem feita, cabelo lindo, pele linda, sorriso ai ai.
E tava comendo uma salada! Ai, quero uma também. Aliás, traga seis, por favor.
Até que depois de olhar tanto pra esse rapaz, e quase fazer com que toda a salada do garfo do pobre caísse no chão antes de chegar na sua boquinha linda e perfeita, uma das moças solta um "AH!" com muito desapontamento e completa:
"Ele é gay, bichinha da silva!!!"
E eis que ela aponta, trêmula, pra bolsa do rapaz, uma legítima bolsa ecológica, coisa que, homem que gosta de mulher, se não for gringo, não tem.
Fazer o quê?
Suspiramos e pedimos bolo de chocolate de sobremesa pra compensar a salada e voltamos reclamando da enorme caminhada de volta ao trabalho.
E nem venha um boy dizer que tem uma bolsa dessa e é hetero, que quero ver provas concretas de que tu sai com uma dessa com carteira e SOMBRINHA pra ir ao trabalho!
sábado, setembro 05, 2009
Perdendo tempo
Eu perco o tempo no banho, me vestindo, me perfumando.
Eu perco meu tempo contando o tempo pra te ver. E perco tempo querendo que o tempo passe, que meu telefone toque, que meu tamanho seja o correto pra você.
Nem mesmo o seu jeito hype me deixa esquecer que perco o meu tempo.
E aí perco o meu tempo dizendo que não dá certo. Perco o meu tempo querendo conhecer outras pessoas que não entendem as minhas piadas nem muito menos minhas gírias.
Daí perco o tempo voltando pra casa sozinha, achando que o tempo foi todo perdido.
É que é muito mais divertido perder o meu tempo com você ao escrever esse texto clichê.
quinta-feira, junho 04, 2009
Capitulo VITIII: A vida és mui perigosa para nosotros, nunca para Manuella
terça-feira, maio 26, 2009
Les Chansons d'amour
O filme é francês, ora! Preciso dizer que amour é uma coisa sem tabu na maioria dos filmes franceses?
Mesmo assim, muita gente se levantou no meio do filme quando o assunto era menage a trois ou homossexualismo. Acho que a galera esperava um filme digno de sessão da tarde ou coisa fofuxa do tipo.
De qualquer forma, eu adorei o filme.
Resumindo: é um relato de uma história de amor entre três pessoas, com tragédia e um novo "descobrimento" sexual.
Achei o filme/musical bem divertido e sensível, sem contar que é uma delícia ver Louis Garrel atuando... uh lalá.
quarta-feira, maio 13, 2009
Rengim Mutevellioglu

Enquanto isso, enquanto penso em algumas idéias, esse meu amigo me manda umas fotos tão lindas, que não tem como você não se surpreender com o não óbvio e a sensibilidade das mesmas. Essas fotografias fazem parte do portfólio da fotógrafa Rengim Mutevellioglu.
Mutevellioglu, que é uma poeta sem precisar por palavras em suas fotos, é da Turquia e ainda faz trabalhos como freelancer (se tem grana, aproveita).
O bom é que vendo lindezas como essa, eu começo a ter novas idéias e a me inspirar em mais um dia de trabalho.
sexta-feira, maio 08, 2009
quarta-feira, maio 06, 2009
“esprit d´escalier”
" Há profissionais da resposta pronta, repentistas que retrucam não só no ato como rimado, mas a maioria só pensa no que poderia ter dito muito depois. Humoristas, e supostos humoristas, padecem mais do que os outros com a expectativa de que terão a boa resposta na ponta da língua. Como têm que zelar por uma reputação de tiradas espontâneas, são os que mais precisam pensar na frase, revisá-la e burilá-la para apresentá-la, de preferência uma ou duas semanas depois.
O sentimento de insuficiência na retaliação verbal é tão comum que deveria existir uma expressão, talvez uma daquelas intermináveis palavras compostas com que os alemães transmitem o máximo de sensações possíveis sem o uso de vírgula, hifen ou violino ao fundo, que a descrevesse. E a expressão existe. Mas não é alemã. Diderot, o mais enciclopédico dos enciclopedistas franceses, pois aparentemente dava palpite sobre tudo, chamava a frase que só vem depois de “esprit d´escalier”. Perfeito: o espírito que só nos socorre quando já estamos descendo a escada.
Nos bate-bocas brasileiros predomina o “sprit d´escalier”. O que vem na hora raramente passa do “Ah é, é? Ah é, é?” ou equivalente. "
segunda-feira, maio 04, 2009
Esse meu sentimento wi-fi
O nosso sistema de trocas amorosas, quando o sinal esta fraco e a conversa morgou, é um bluetooth lento, um descarregamento de memórias que não tem fim.
E não há twitter que salve quando você se afasta, não há 140 caracteres que vá refazer o seu orgulho ferido.
Por isso, prefiro as madrugadas, hora que o sinal é forte, que a boca saliva por uma cerveja intercalada com os beijinhos doces que você me dá.
Esse sistema wi-fi ainda vai me levar a loucura! Mas se é ele que nos liga, do que me importa esse cai-cai?
quarta-feira, abril 29, 2009
Stand by me around the world
O músico que abre e fecha o clip é o Roger Ridley, músico de rua americano. Tudo aconteceu graças a um " estúdio virtual de rua" que, com fios e laptop, conseguiram captar uma energia muito legal nessa linda versão.
Eu me emocionei, fiquei feliz e recomendo que vejam.
Thanks to my friend Ovídio.
Playing For Change | "War/No More Trouble" - Song Around The World from Concord Music Group on Vimeo.
quinta-feira, abril 16, 2009
Você deságua em mim, eu oceano
Enquanto escutava me dei conta que três distintas músicas me lembravam três personas do meu nem tão velho passado, e, mais ainda, me dei conta que pelos três eu já fui devidamente apaixonada, segundo o termo dos sintomas da paixão encontrado nas músicas do rei Roberto.
Nossa!, pensei em seguida, como eu já me apaixonei! - parei pra pensar se isso se deve ao tempo de ativa, deixei pra lá, e voltei a pensar - Nossa!
Lembrei também que "Oceano", o hit supremo dos apaixonados da minha "época", já foi trilha sonora de várias roedeiras olhando o mar(como odeio minhas memórias vez por outra). Mas, pensando bem, esse hit apaixonado-quase-suicida, se não fosse utilizado com tanta frequência pelos machões que se derretem com uma simples cerveja, e se ainda tivesse alguns solos de guitarra, seria um belo hino emo. Ou exagerei?
Ai, como eu queria ser o Djavan dos Oceanos e receber todos os direitos autorais que deságuam do botequim mais ralé de Campina Grande aos milelavai cds " Um Banquinho e um Violão" da Som Livre.
...
Semanas atrás, decidi conhecer um botecão de nome duvidoso perto do fim da Augusta(deu pra sentir o drama?). E o botecão era um botecão mesmo, daqueles de dar medo de usar o copo americano embassado e de ser servido por uma "dama" de voz grave e com seu 'pomo de adão' facilmente identificado. Antes que eu esqueça, tinha também uma radiola de fichas.
Relevei o fato de nunca conseguir escolher minhas músicas e escutei as dos que ali já estavam há tempos. Entre Calypsos, Calcinhas Pretas e Reginaldos, me deliciei quando vi que o best hit of love ficou pro final(da minha noite, óbvio). Preste atenção na cena: Homens, já de meia-idade com as suas avançadas barrigas, ergueram seus copos em direção as suas damas e fecharam os olhinhos, sem precisar de muito esforço, e cantaram em um só coro: "(...)você deságua em mim, eu oceano(...)".
Depois dessa, eu fui pra casa satisfeita de ter saído naquela noite.
segunda-feira, abril 13, 2009
Os 30 mais vistos

Esses stencils são geniais e você já deve ter visto muito pela net ou "pessoalmente" (quem sabe né, vcs são tão chiques). Alguns desses, obviamente, são de Banksy, outros nem se sabe quem são os autores. Tem pra todos os gostos e todo tipo de humor.
see more, beibe.
terça-feira, abril 07, 2009
quarta-feira, março 25, 2009
Manuella
Manuella, señorita mui guapa e donzelita, moraba en el lugarejo de Coacoara, terra da famosita Cueca-Cuela e de la banda musical Apocalyptica. Por supuesto, los pensamientos de Manú, como era mais coñecida en su ciudad, estabam aqui e acuelá, siempre vagando en tuedos lugares do el lugarejito.
Cuando la guapa Mamá, como era mais coñecida en su trabajo noturno e en lugares descoñecidos, se apaixonou por Ruela, no ímaginaba que su vida és outra vida e no la aquela que si miesmo imaginaba. Su coración tendia sofrer ressucitaciónes constantes en hospitale locale todas las vezes en que Ruela si aproximaba da guapa.
No sabía ela tambien, que Cuelo és lo primo mui proximito de el Ruela, con quem la chica tendia a ter mui gestitos de sensualización en locales publicos en su noitches selbagens.
Dentro de su curacion, Cuelo amaba Manú ou Mamá, e queria que toda la ligación inebitavel entre los pombitos de Coacoara terminasse en pizza.
Por supuesto, cuando la guapa chica dava lo passeio en su crossfox, absoluta, su pensamiento siempre dizia a si miesma: el primo do el cuello és ruella, manuella!
GPS para encontrar o amor
Se o amor seguisse uma linha reta, de Sumaré a Brigadeiro, eu poderia te encontrar no Asobi escutando Mundo Livre, mais um copo de cerveja?, e conversaríamos sobre o motivo cabuloso da existência do impedimento no futebol, esse enigma da esfinge pra uma mulherzinha como eu.
Depois de avistarmos uma linda instalação de mendigos pela Augusta, andaríamos pela paralelas que multiplicam-se em selvageria e bate carteiras, tudo para promover um encontro de umbigos num carimbó caliente de boteco dos universitários roots do Mackenzie.
Sei bem que mais selvagem é você, que quer me convencer que catuaba e iaguemaster são as pedidas do verão. Mas, por favor, entenda, não me leve ao Vitrine, não posso ser confudida; Sou de outra cidade, tenho contas pra pagar, veja bem você.
Que tal uma saideira no Ecléticos bar? Só mais essa dose, cowboy, que te apresento o Paraíso e o barulho dos tacos do meu apê.
E como prêmio na Consolação: dormir de conchinha, só eu, você e meu novo colchão.
*texto em homenagem a carol, a selvagem mais selvagem de Sampa.
quinta-feira, março 19, 2009
Estrela Miúda
Acabei de conhecer o Tião, amigo de João do Vale e melhor intérprete do "dono" da música Estrela Miúda.
Graças a João eu tenho um flickr, um email e, agora, um livro infantil chamados Estrela Miúda.
Escutem Quando dorme Alcantara e Nos(que ficou mais conhecida com Cassia Eller cantando)
" estrela miúda que alumeia o mar, alumiar terra e mar..."
segunda-feira, março 16, 2009
o teu portuñol versus minha selvageria
Si, bien ao epicentro de tu corazón.
No miocárdio.
Ainda lambi el sangre e arranquei la faca...
leiam, leiam!
sexta-feira, março 06, 2009
terça-feira, março 03, 2009
homem é vírgula, mulher ponto final *
Mulher quando sofre, sofre de uma vez. Espalha fotos do defunto pelo chão, bebe whísky barato e aprende a música de Mariah Carey de cabo a rabo.
Mulher que quando sofre não chama palavrão, mesmo sem nunca ter chamado antes, não sofre. É sonsa, diz que respeita a decisão do homem, mas ta doida pra dar o bote. Mulher é o outro nome do orgulho.
Terminar um relacionamento na paz, realmente, não é coisa do amor como ele é: o amor miserável que come as artérias entupidas da mais magra mulher, que chora enquanto bebe na velocidade da luz os 500 ml de milkshake de ovomaltine do Bob's.
Tendo em vista que inúmeros namoros já devem ter acabado por causa de uma TPM monstra, comer uma torta inteira de chocolate enquanto se escorrega pela porta ( câmera lenta) e chora desconsoladamente também faz parte.
Homem não. Com eles não é bem assim. Eles dizem que acabou mas dizem que pode ser que. Dizem que ta tudo bem e pegam a primeira que aparecer. Afinal, ficar sozinho é sinal que tá mal, e homem não se entrega, acaba namoro civilizadamente mesmo quando leva o fora, e aparentam não ligar se a mulher aparece com o melhor amigo.
Melhor amiga que pega ex, pra mulher é, no mínimo, lobisomem. Pra não dizer alguns palavrões, mesmo eu estando na TPM.
Mas cá entre nós, não tem nada melhor do que, depois de semanas - ou meses -, contar pras amigas o mal fadado acontecimento, enquanto se toma umas cervejas e se discute amenidades na mesa do bar.
Não tem nada melhor do que sorrir no caminho de volta pra casa, cheia de cerveja na cabeça, e pensar: "meu deus, como eu sofri por bobagem".
segunda-feira, março 02, 2009
The Raconteurs
Eu gosto de uma música da banda sueca chamada Club 8, gosto de algumas do Stereolab (brigada, pozzobon!), gosto do The Smiths, The Beatles... e por aí vai.
Acho mais interessante ainda ver os clipes dos tais roquinhos, algumas músicas são mais fofinhas, outras são bem suicidas, tipo "You stolen the sun from my heart" dos Manic Street Preachers (que é ótimo cantar gritando). Enfim, as histórias dessas músicas quando transformadas em pequenos filmes terminam contando ponto na minha escolha de uma- música- de- tal- banda- que- eu- curto.
Escolhi esse clipe bem gostosinho da música gostosinha do The Raconteurs pra mostrar aqui porque, dentre outras coisas, foi dirigido por Jim Jarmusch, diretor dos filmes Flores Partidas (2005), Estranhos no Paraíso (1985) e Dead Man( issaí, peniche!), dentre outros.
Eu gostei desse clip, espero que gostem também.
=)
Directed by Jim Jarmusch
Steady, As She Goes
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Minuto Brasil OI
Olha só que fantástico esse videozinho:
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
O meu benzinho me apertou de um jeito
explicou que eu andava "como na moda das argentinas, que tinha um quê"
Quis me levar pra almoçar, champagne, couvert, lula à dorê
Beijinho pra lá, beijinho pra cá, quero namorar você
Tira essa mão boba daí, vamos devagar, não precisa descer
Tá ficando quente, não consigo me conter!
Preciso te dizer uma coisa importante, não posso esconder
que eu não como carne, preciso parar de beber
O que é isso meu bem? Vamos viver!
Tudo bem, você conseguiu me convencer
Tô comendo carne, vamo dar um rolê.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Poucas pessoas conheciam o Dr. Antônie como eu
Lembro-me que um dia o levei para passear em um grande parque onde ficavam as doces pequenas ao sol, sempre equipadas com seus balagandãs à moda Carmem Miranda, fato que o deixou deveras eufórico. Um minuto de descuido o fez tropeçar em um canteiro para depois cair rolando por todo o caminho melancólico da rupestre praça, cercado de uma platéia feminina que assistia atentamente aqueles lances mortais.
Para não perder a ocasião única de tanta atenção, agradeceu ao público e falou um pouco sobre sua tese A contiguidade da ossatura humana e sua interferência exterior a ela, resultado do seu artigo Preexistência: como agir ao encontrá-la.
O Dr. Antonie ainda tinha uns dias na cidade, e como seu orgulho era tirano, todos os dias caía de propósito, para depois falar sobre sua tese. Pedi que parasse, já estava bom, ele poderia piorar a rachadura no crânio adquirida com a apresentação, mas ele dizia que não doía tanto assim e que "fatos externos ao corpo são inerentes ao eu interno".
Quando a vizinha o viu nu no quintal e escutou essa mesma premissa, chamou a polícia, que, por sua vez, o condenou a cárcere privado em minha casa, enquanto analisavam a sentença bravejada pelo Dr. Antônie. Demorou dois meses para expedirem uma ordem de prisão contra o doutor, sob acusação de semvergonhice, mas a essa altura ele estava longe, graças a seu disfarce de arbusto.
Mandou-me vários postais dos países onde passara, México, Holanda, África do Sul. Neles, explicou que sobreviveu aos primeiros meses graças a uma alimentação baseada em casca de pão jogadas nas praças para os pombos, "eu adoro casca de pão", e que essa experiência o motivou a escrever o seu novo best seller Onde comer e beber enquanto se está fugindo disfarçado de arbusto.
Lorena Travassos
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
domingo, fevereiro 08, 2009
Dj Mavr Spy Space
Dj Mavr Spy Space from Fill Feaouill on Vimeo.
Eu adorei.
Obama: como faz?
Um amigo disse que "sente"que o novo herói americano será assassinado em breve, e eu respondi imediatamente: Não diga isso, tem gente que tá acreditando mais em Obama que em Deus!
E é verdade.
"Obama taí", me disse uma amiga quando falei sobre desemprego.
Outra dia escutei na rádio que Obama já tinha um pacote pronto, e que está sendo analisado com muita demora, segundo o próprio, que vai fazer com que essa crise evapore rapidinho.
Ele disse ainda que o pacote não é perfeito. Mas já é alguma coisa, eu acho.
Enquanto eu espero que nada aconteça a ele, achei essa pintura a óleo de Linnea Strid ótima, já que eu não curto muito a cara do Bush.
Dupla perfeita...
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Não esqueça:

Esse é de um Blog legal, pra gente não esquecer de coisas legais.
A idéia é super simples: escreva no post-it e deixe em lugares públicos. Eu acredito na tese de que as idéias mais simples são as melhores invenções.
Ainda não tive uma, as minhas são sempre complicadas demais, tipo ser a melhor escritora do Brasil.
Enfim, não vem ao caso.
Mas, pra quem não entendeu o post-it, traduzindo resumidamente é tipo "viva sem fazer planos".
xico sá - o homem de verdade
levo ao cine, ao concerto de rock, ao original olinda style, à tapioca, às quiches com com alface americana ou aos três acordes arroz, feijão e bife -por favor, uma farofa de ovo e uma cerveja preta, please, sim, ela ama uma banana assada, noooosa!, traga.
não esquecer de levar também, viu, para comprar vestidos e roupas de veraneio, q prazer nada viado aquele barulhinho da cortina dos provadores vagabundos. levo porque levar é a grande função do bicho macho contemporâneo nesses tempos de frouxidões e covardias no atacado e no varejo.
levo de avião ou de busão, mas sempre mantendo a classe, levo, pq o resgate do cavalheiro roots está no levar a dama na riqueza ou no pé-sujo, na cachaça ou na campanhota, no free jazz ou no bolero, levar a moça, inclusive, para conhecer as nossas contradições, talvez a mó fortuna crítica dum homem.
levar e não esquecer dos degraus e altos e baixos da cidade, donde damos uma mão como amparo e prova inconteste do amor que sobra em todos os nossos membros... inferiores, superiores, robóticos, polvos de todos os mares trabalhando para o bem-estar, conforto e requinte da pequena."
Vamos variar o cardápio, eu não dou conta desse mundo sozinha.
domingo, janeiro 04, 2009
Um novo
Ando em meio a falta de planos e um grande painel de perspectivas, pois bem sei que o melhor me aguarda. Se não tivesse tais planos, meu nome nem seria Antônia.
Por isso, tenho bebido grandes goles de alegria, com pequenas doses de euforia e um roedor de unhas que me entrega à ansiedade.
Paro e penso pouco: Minha agenda ainda comporta alguns números, algumas novidades, algumas matizes de sinceridade, mas tem deixado bem longe (e cada vez mais) a preocupacão com a vida alheia. Se ela um dia existiu, eu já nem sei.
Creia.
Meus poucos tostões e meus passos tortos me levaram além. Poucos me seguem. Poucos eu farei questão de que me sigam. Muito ainda há de ser dito, mas eu mesma prefiro ficar calada a ser mal entendida.
E só me venham falar do futuro, que do saudosismo eu estou correndo léguas.










