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segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Anyway...

Eu abro um livro novo e parece que já conheço toda a história. As pessoas conversam comigo e eu quase completo as suas frases. As surpresas, que deveriam ser supresas, chegam em tom monótono e monocromático. Toda a rua que passo tem histórias que eu já ouvi uma, duas, três vezes. Até raspar a cabeça já parece uma coisa feita por mim em outra hora. E é assim que a vida vai passando: as mesmas pessoas, as mesmas fofocas, as mesmas babaquices e problemas. Enquanto fico aqui esperando por novos problemas, só que em outro país e com um sorriso no rosto, achei em um livro antigo mensagens que vieram a calhar:

" Debaixo da aparente estupidez, existe a estupidez verdadeira"
e
" ... ele foi o mais raro exemplo dos que dizem o que pensam e fazem o que dizem."

Galeano sabe o que diz.

3 comentários:

raquel medeiros disse...

eu sinto isso às vezes. e sinto um arrepio quando leio as verdades de galeano.

ando chutando as pedras do caminho, já que algumas delas não servem nem de giz pra riscar o chão.

me identifiquei com a beth, mas na minha fumaça não sai poesia, só fobia, agonia.

um beijo redundante.
;*

Anónimo disse...

faz assim, faz assim não... not that bitter, beibe.
bora pra praia? esse sol tsssss... na pele, hein? hein?? exótico assim vc não vai encontrar lá longe.

Lorena Travassos disse...

hahahahahaha
O rubacão(segundo riga) nem o sol(segundo você)eu não vou encontrar lá fora não, pois sao muito exóticos!
hahahahaha

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