Bastava só um pouco de força. E de vontade. Ele levava o dedo à boca e depois ao céu porque era o céu que ele queria, e com vontade de gente grande. Fisgava no céu como se o percebesse e o sentisse e o percorresse. Era um sonho e era um menino. Mas ali, era só uma pipa e um menino voando.
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