Adoro teorias.
Adoro especialmente os teóricos que estudam pra escrever teorias. Se não escrevessem teorias não seriam teóricos, seriam, sei lá, médicos que só sabem da teoria.
Mais importante que saber teorias é saber interpretá-las, conduzi-las, adapta-las, mesoclisea-las e proclisea-las.
Teoria sem palavra prolixa não é teoria.
Escrever uma teoria claramente não é ser teórico, é ser, sei lá, um professor de primário explicando o que é teoria.
Na verdade, o que eu gosto mesmo é de criar teorias.
E de criar palavras difíceis semiologicamente em termos de significância do objeto.
E isso tudo é uma teoria Ginkobilóbica, que não é minha, até porque não sou teórica, sou, sei lá, uma estudante tentando explicar que não entende de teoria.
Faith can move mountains.
Há 1 ano

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